Notícias

Lançamento do Jecripe 2

O jogo Jecripe 2, segundo jogo da iniciativa Jecripe – Jogos de Estímulo CRIados para Pessoas Especiais – será lançado no dia 17 de agosto de 2015.

A Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro (SEC), por meio dos Editais 2012, possibilitou o desenvolvimento do jogo, que é destinado às crianças com Síndrome de Down em idade pré-escolar.

A SEC destacou o lançamento do jogo Jecripe 2 em sua página principal. Para acessar as informações destacadas pela SEC, clique neste link.

Para obter mais informações sobre o Jecripe 2 e realizar o download do jogo, acesse esta página.

Jecripe2-Facebook

 

Programa “Uma boa história” apresentou o Jecripe, na Rádio Senado

No dia 26/02/2015, a Rádio Senado, por meio do programa “Uma boa história”, apresentou uma breve história da iniciativa Jecripe. André Brandão foi o entrevistado e destacou que a iniciativa continuará a desenvolver jogos digitais para pessoas especiais e os disponibilizará gratuitamente.

O jogo Jecripe 2, além de conter novas atividades que estimularão habilidades cognitivas não abordadas na primeira versão, estará disponível para Windows, Mac e Linux.

A iniciativa já está a desenvolver um projeto que abordará o tema Rio 2016. Mais novidades a respeito ainda estão por vir.

O programa Uma boa história pode ser acessado no youtube.

Conexão Futura – Canal Futura – 18/09/2014

No dia 18 de Setembro de 2014, o programa Conexão Futura, do Canal Futura, apresentou como tema: games podem ser aliados da saúde. Tive a excelente oportunidade de participar do programa e discutir o tema com convidados que também trabalham com o tema.

Programa Especial e Jornal Visual

Nos meses de julho e agosto de 2013, a TV Brasil deu destaque especial ao Projeto Jecripe. Primeiro, foi no Programa Especial, no dia 20/07. No programa, foi apresentado o Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva (CNTA), em Campinas (SP) e suas tecnologias assistivas. Também, foi apresentado o Projeto Cabide Visão, de Petrópolis. Finalmente, o Projeto Jecripe foi apresentado pelo coordenador André Brandão. O Programa Especial trata de questões relacionadas a necessidades especiais e acessibilidade e vai ao ar todo sábado, as 10 horas da manhã, na TV Brasil.

(Fonte: http://tvbrasil.ebc.com.br/programaespecial/episodio/tecnologia-a-servico-da-inclusao-social)

Na mesma TV Brasil, o Jecripe apareceu no Jornal Visual, no dia 05/08. A entrevista mostrou um pouco do Projeto. O Jornal Visual vai ao ar todos os dias, as 8 horas da manhã.

(Fonte: http://tvbrasil.ebc.com.br/visual/episodio/visual-05082013)

Orientações simples para auxiliar a criança que apresenta disfluência

Queridos familiares, professores e cuidadores das crianças com disfluência ou gagueira.

 

Na idade de aquisição da linguagem (entre 2 e 4 anos), o pensamento da criança é muito mais rápido do que a velocidade que ele pode imprimir na fala. Isso causa ansiedade e pode aparecer a disfluência. Na maioria das vezes ela desaparece espontaneamente, mas em alguns casos, a gagueira pode se estabelecer. Nessa fase é importante que as pessoas que convivem com a criança assumam posturas de convivência para que isso não ocorra.

O tratamento, realizado assim, dá resultados muito positivos quando todos compreendem o problema e se dispõem a colaborar.

Vocês vão receber informações de como agir e estejam certos de que a gagueira tem todas as chances de regredir.

ROTEIRO:

 

1)  Não deixe que a criança perceba por palavras, gestos ou atitudes que você está preocupado com a sua maneira de falar.

2)  Nunca chame a criança de gaga ou diga que ela gagueja. Não rotule. Não permita, tampouco, que esse assunto seja falado na sua casa pelos seus amigos.

3)  Olhe para ela quando ela falar. Mostre interesse, faça-a sentir que você tem prazer em escutá-la.

4)  Se tiver que interromper a sua fala, faça-o no fim de uma frase, nunca no começo ou no meio.

5)  Dê um bom modelo de linguagem. Fale com ela calmamente e articulando bem as palavras.

6)  Não forcem a criança a falar em frente de muitas pessoas. Não exija que ela fale coisas além do seu vocabulário.

7)  Evite fazer perguntas que exigem respostas muito longas. Faça uma pergunta de cada vez. Dê uma tarefa de cada vez também.

8)  Não agite sua criança desnecessariamente. Correrias, sustos, cócegas, gritos, fazem com que muita adrenalina seja despejada na corrente sanguínea. Isso pode desencadear a disfluência. Reduza o estresse e construa um ambiente calmo para ela.

9)  Demonstre sempre, por pequeninos gestos ou palavras, que você aprecia suas qualidades. Elogie seus desenhos, suas boas ações e comportamentos positivos.

 

10) Se notar que ela está preocupada com a gagueira,  explique que é normal que as crianças que estão aprendendo a falar repetirem as palavras.

 

11) Não peça que seu filho fale sob efeito de uma emoção forte. O choro já é repetitivo. Quando se pergunta algo à criança durante uma crise de choro, ela tem dificuldade em organizar os sons sem repeti-los. Com certeza irá gaguejar.

 

12) Não tente ensinar a criança truques que possam ajudá-lo a falar com menos dificuldade. O que funcionou com o filho do vizinho pode não ser bom para ele.

 

13) Não termine as frases por ele. Tenha paciência e escute calmamente o que ele tem a dizer, mesmo que isto demore muito.

 

14) Não deixe que ele perceba a sua aflição que você sente toda a vez que ele repete as sílabas ou bloqueia uma palavra. O pânico, às vezes, é demonstrado sem sentir, através de atos nervosos como torcer algo nas mãos, arregalar os olhos, virar o rosto, franzir as sobrancelhas, etc.

 

15) Arranje tempo, todos os dias para contar-lhe estórias ou para falar sobre figuras de um livro e, também para realizar as tarefas. É importante estabelecer o diálogo. Façam treino para que todos tenham a sua vez de falar na família.

 

16) Sempre que forem a algum lugar ou visitar alguém, avisem a criança com antecedência para que ela saiba o que vai acontecer e quais pessoas vai ver. Evitem que ela fique ansiosa por não saber aonde vai ou com quem vai brincar.

 

17) Se for um “dia bom” em que seu filho esteja gaguejando pouco, arranje brincadeiras em que ele tenha oportunidade de falar. Por exemplo: desligar a TV, fazer um jogo de fantoches, pedir que ele conte estórias para você, visitar amigos, fazer compras, etc. Explore a fluência ao máximo.

 

18) Se for um “dia ruim” , em que ele esteja gaguejando muito, arranje as coisas de modo que ele tenha poucas oportunidades de falar. Por exemplo: Jogos de mímica, ver TV, ir ao cinema, escutar estórias, colar figuras, desenhar, montar quebra-cabeças, etc. Evite a disfluência ao máximo.

 

19) Faça somente perguntas necessárias e que evitem respostas curtas.

 

20) Invente brincadeiras de cantar ou de falar imitando o que você diz.

 

21) Olhe bem nos olhos do seu filho quando ele falar, mantendo uma fisionomia serena. Mostre que você está interessado no que ele diz.

 

22)  A melhor maneira de evitar prestar atenção na gagueira é se mostrar mais interessado naquilo que ele diz e não em como ele fala.

 

A TERAPIA DE FALA  É MUITO IMPORTANTE. PROCURE UM FONOAUDIÓLOGO SE A GAGUEIRA PERSISTIR. TODA A FAMÍLIA DEVE SE ENVOLVER NO PROCESSO DE AUXÍLIO À CRIANÇA.

 

 

FONOAUDIÓLOGA SÍLVIA BRANDÃO

Dicas para pais com bebês com Síndrome de Down

Mais um post da fonoaudióloga Silvia Brandão. Desta vez, são dicas para pais com bebês com Síndrome de Down.

Aproveitem o conteúdo do texto e divulguem!

André Brandão

——————-

 

Queridos pais:

 

Aqui vão alguns lembretes para auxiliar no desenvolvimento do período pré-lingüístico da criança com Síndrome de Down. Essa fase é muito importante e servirá de alicerce para a etapa da aprendizagem da linguagem receptiva e também expressiva.

 

Por isso…

 

Tornem-se conscientes, durante os cuidados de rotina que vocês dispensam a elas. Afastem do seu pensamento as preocupações, as tarefas do lar ou do trabalho e procurem entrar em sintonia com a criança através do seu olhar. Conversem com ela, afagando, fazendo carícias no seu corpo, chamando-o pelo nome. Nesse diálogo afetuoso de interação, vocês estarão favorecendo o crescimento da linguagem e, ao mesmo tempo, desenvolvendo nela um relacionamento comunicativo, baseado na confiança, que irá continuar até a idade adulta.

Como pais, nós ensinamos a linguagem todos os dias e em todas as situações, tanto nas horas de calma quanto nas horas das brincadeiras, deitados no assoalho, ou quando simplesmente damos o banho ou trocamos fraldas.

Mas devemos fazer isso como algo que nos sai do fundo do coração: com paciência e perseverança.

 

 

Atividades para auxiliar no desenvolvimento:

 

  1. 1.             Usar o toque confortador, massagem e muito “colo”.

 

  1. 2.             Prender um “chocalhinho” no pulso da criança ou um guiso ou sininho no seu pé, para que ela compreenda e estabeleça uma conexão entre o movimento que ele realiza e o ruído que isso provoca. Ela irá entender que está fazendo com que algo aconteça pela sua própria atuação.

 

  1. 3.             Estimule para que ela possa fazer uso de sua voz. Comece por sons vocálicos, que são os mais fáceis de reproduzir (a, e, i, o,u). Depois, acrescentem outros sons.

 

 

  1. 4.             Mantenha diálogo e auxilie nas trocas de turnos para que ele aprenda a esperar e responder. Deixe que ele tome a iniciativa de estabelecer o diálogo. Espere a sua vez para responder. Imite os sons que ele emitir.

 

  1. 5.             As crianças apresentam um interesse especial pelos rostos. Gostam de observar as mudanças de expressão facial, à medida que as pessoas conversam com elas. Aproveitem essa disposição natural para serem expressivos. Ela irá imitar esses gestos no futuro. A imitação é a grande aliada da expressão oral.

 

  1. 6.             Estimulem a participação da atividade social de seu bebê. Jogar beijinhos, estalar os lábios, produzir barulhos com a língua, variar expressões faciais são meios de aumentar o comportamento comunicativo social.

 

  1. 7.             Chamem-no pelo nome toda a vez que se aproximarem dele.  Embora você pense que ele ainda não reconheça o próprio nome, ele saberá que vocês estão por perto e associará a sua voz com a sensação de segurança e bem-estar.

 

  1. 8.             Acostume-o a usar diversos tipos de tecidos.Use um chumaço de algodão no rostinho, um pedaço de seda, veludo, esponja nas mãozinhas e pezinhos.

 

  1. 9.             Intensifiquem o desenvolvimento visual deixando pendurados no berço objetos coloridos que se movimentam e fazem sons. Mudem os objetos de lado no berço para que ele se movimente para os dois lados.

 

  1. 10.         Segure o bebê, firmemente, contra o peito com a cabeça encostada no seu ombro. Ponha música ritmada e dance variando os movimentos com voltas e curvando-se para que ela tenha sensações variadas. Murmure e cante no compasso da música. Observe a sua reação para dosar o volume de suas ações.

 

  1. 11.         Usem cantigas de ninar, CDs infantis, cadeira de balanço e rede.

 

  1. 12.         Usem o espelho. O bebê precisa se reconhecer. Apóie o espelho em uma almofada e coloquem o Bebê de bruços, em frente do mesmo.Isso vai estimulá-lo a erguer a cabecinha para se espiar, observar suas ações e expressões faciais.

 

  1. 13.         Olhem direto nos olhos dele. Isso é parte importante no crescimento da  linguagem e do desenvolvimento geral. Lembrem que vocês e os demais membros da família são os brinquedos preferidos cãs crianças!

 

Sílvia Brandão Fonoaudióloga

 

Referência: Devine, Mônica- A fala do bebê e a arte de se comunicar com ele. Ed. Vozes, 1993.

Educadora especial faz autoapresentação para futuras contribuições com o Jecripe

Esta é a primeira educadora especial que contribui com o Jecripe. Aqui, ela faz uma autoapresentação e descreve um pouco de seus interesses.

É com grande prazer que apresento a Juliana! Curtam bastante!

André Brandão

————————————————–

Olá!!

É com grande prazer que apresento aqui um pouco de minha trajetória profissional e os motivos que me levaram até o JECRIPE.

Me chamo Juliana Durand de Oliveira Campos e minha relação com pessoas especiais vem se dando desde o ano de 1991, quando ingressei na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Lá cursei minha graduação em Educação Especial, com habilitação na deficiência mental. O que inicialmente era uma curiosidade, tornou-se uma paixão, fazendo com que desse continuidade aos estudos nesta mesma instituição, através de um curso de Pós-graduação, também em educação especial, direcionado ao assunto das altas habilidades/superdotação, tão pouco explorado e tido como público-alvo da Educação especial pelas política públicas.

Os assuntos relacionados às pessoas especiais continuaram motivando minhas escolhas e estudos, fazendo com que chegasse ao curso de mestrado em educação, trazendo à educação especial os estudos foucaultianos, que com suas contribuições despertaram mais desacomodações e interesses em minhas práticas profissionais. E não são poucas!!

Hoje atuo diretamente com pessoas especiais em escolas do município de Santa Maria-RS, através do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e na formação de professores, no curso de graduação em educação especial da Universidade do Contestado (UnC) em Concórdia-SC e no curso de pós-graduação em educação especial na Universidade da Região Integrada (URI) de São Luiz Gonzaga-RS.

Em todas as práticas educacionais as quais estou envolvida, a utilização das tecnologias assistivas (TA) estão presentes e se fazem importantes, tanto em minha atuação quanto no desenvolvimento global de meus alunos, e esse interesse crescente pelas mesmas me trouxe até o JECRIPE, que com satisfação, terei o privilégio de contribuir.

Agora, mãos à obra. No decorrer deste mês irei experenciar o JECRIPE com meus alunos e logo mais contarei no que conseguimos avançar. Até a próxima!!

Juliana Durand de Oliveira Campos

contato: julianadoc@hotmail.com

%d bloggers like this: